MPF acompanha situação da Braskem em Maceió desde 2018

Afundamento do solo é resultado de exploração em mina da empresa

[MPF acompanha situação da Braskem em Maceió desde 2018]

FOTO: Reprodução/TV Gazeta

O Ministério Público Federal (MPF) informou no domingo (3) que está monitorando o afundamento do solo em Maceió, causado pela exploração de sal-gema em uma mina da empresa Braskem desde 2018. O caso veio à tona após um tremor de terra sentido por moradores de alguns bairros em março daquele ano.

Segundo o MPF, há uma investigação criminal em andamento desde 2019, conduzida pela Polícia Federal (PF) e aberta a pedido dos procuradores de Alagoas. A investigação está sob sigilo, e o inquérito foi instaurado após um laudo do Serviço Geológico do Brasil descartar causas naturais para o afundamento do solo.

De acordo com informações da CNN, a investigação abrange crimes ambientais e o suposto uso de estudos falsos pela petroquímica. Na esfera cível, a Braskem fechou um acordo com o MPF em ação civil pública que resultou no reconhecimento da empresa pelos eventos.

Uma das cláusulas do acordo diz que a Braskem “assume responsabilidade pela reparação do passivo socioambiental decorrente do fenômeno” e obriga-se a “adotar as medidas necessárias de mitigação, reparação ou compensação socioambiental”, garantindo os “recursos necessários para seu fiel cumprimento”.

Veja mais:Braskem é intimada a pagar R$ 1 bilhão em ação por afundamento do solo em Maceió 


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