"Potencializa o discurso de fraude", diz Barroso sobre implementação do voto impresso no Brasil

O TSE recebeu deputados nesta segunda (21) para discutir a implementação

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FOTO: Agência Brasil

O ministro do Supremo e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, afirmou nesta segunda-feira (21) que o TSE adotará todas as medidas necessárias para implementar o voto impresso ainda nas Eleições Gerais de 2022, caso a Proposta de Emenda Constitucional (PEC), que exige a impressão de cédulas  em papel na votação e na apuração de eleições, seja aprovada pelo Congresso Nacional. No entanto, o ministro afirma que isso "potencializa o discurso de fraude". 

“O voto impresso vai potencializar o discurso de fraude. E vão pedir, como já se pediu aqui, a contagem pública de 150 milhões de votos. E contagem pública só pode ser manual. Então, nós vamos entrar num túnel do tempo e voltar à época das fraudes, em que as pessoas comiam votos, as urnas desapareciam, apareciam votos novos. Nós vamos produzir um resultado muito ruim”, concluiu.

Pelo texto, essas cédulas poderão ser conferidas pelo eleitor e deverão ser depositadas em urnas indevassáveis de forma automática e sem contato manual, para fins de auditoria. 


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